domingo, 24 de maio de 2009

Amamos as BORBOLETAS e odiamos as LAGARTAS...

Como são lindas as borboletas em nossos jardins, asas coloridas, leves como a brisa suave em meio o calor do verão, colorem, bailam, dançam em nosso caminho. Com ternura parecem fadas, fadinhas de um reino encantado, desenhando em nossa imaginação de um reino cintilante, poético, apaixonado. Borboletas, nossa inspiração apaixonada. Nos apaixonados, elas dançam em seus estomagos ao ver a pessoa amada, em nossa mente, em nosso ser. São livres, tem condução própria, quem pode prende-lás, liberdade ou morte, declaram elas.

E as lagartas?

Mata, mata, mata... e saímos correndo com um chinelo na mão e as esmagamos, cortamos volta. Que nojo, cuidado senão te queima!

Por mais aprumadas, verdes, pretas com rosa, bem desenhadas ou sossegadas na sua própria árvore, canto de parede, passeando em sua grama molhada, nunca, nem no auge da sua formosura serão admiradas como merecem...

Lagartas dotadas de fogo, de pelagem especial que deixa marcas, que agride o suave toque de uma mão que quer apenas acarinhar seu corpo desprezado por outros, acarinhar um ser, um corpo que jamais soube o que é amor... Agride os que te ama, os que te tocam com amor, afasta seus admiradores...


Engraçado, não seriamos nós asssim!?

Lagartas e depois borboletas...

(by Nanna Krishina)

Um comentário:

Max e Gal disse...

Amiga, que bom ver que vc está colocando os seus planos em ação.
Agora para edição do livro falta pouco.

Amo vc!

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